USO DA NEUROIMAGEM FUNCIONAL COMO PREDITOR DE RESPOSTA CLÍNICA À ESTIULAÇÃO CEREBRAL PROFUNDA PRECOCE NA DOENÇA DE PARKINSON
Palavras-chave:
Doença de Parkinson; Estimulação Cerebral; Neurorradiologia.Resumo
A estimulação cerebral profunda (DBS), especialmente quando aplicada precocemente, tem demonstrado efeitos positivos na regulação de circuitos neurais comprometidos pela Doença de Parkinson, com impacto direto na melhora dos sintomas motores. Técnicas de imagem como PET, SPECT, RM e fMRI têm contribuído significativamente para identificar padrões de atividade cerebral associados a essa resposta clínica, revelando alterações funcionais tanto no local da estimulação quanto em regiões conectadas, como os gânglios da base, tálamo, córtex motor e cerebelo. Essas ferramentas permitem observar mudanças no metabolismo cerebral e na conectividade entre áreas envolvidas no controle motor, auxiliando não apenas no diagnóstico e monitoramento da doença, mas também na seleção de pacientes que podem se beneficiar mais da DBS. A integração entre dados clínicos e neuroimagem funcional reforça o potencial da neuromodulação personalizada, ampliando a compreensão dos mecanismos terapêuticos e promovendo avanços na abordagem dos distúrbios do movimento.





